sábado, 5 de março de 2011
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
Imaginário e Proibido
Imaginário e Proibido
Proibido pra mim
Não posso entrar na paisagem
Um quadro impressionista na parede
Flores que se mexem
Um imaginário vento
No meu rosto
Não posso entrar
O riacho treme e chama
Mas não há porta
Importa somente imaginar
Meu corpo e aquela relva
Perfumes vestem minha dor
Proibido pra mim
Um quadro na parede para olhar
Você em nenhum lugar
E esse meu dia sem cor
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
sábado, 19 de fevereiro de 2011
Alvo
Alvo
●
Dardos de amor me atingiram.
Dispostos,
precisos,
contundentes.
Deixaram marcas.
(Poema inédito de Eliana Pichinine – www.versoseanversosfotogenicos.blogspot.com)
Nos meus sós
nos meus sós
Nos meus sós
Ninguém toca
Ninguém vai
aOnde eu vou
Nos meus sós
Eu Ando nua
Vez ou outra
Vou à rua
Da janela dos meus sós
Somente cortina e vento
O que eu faço ninguém sabe
Quando estou lá dentro
Mas sou transparente
Creiam
Nos meus sós não há mentira
Pena que para ser vista
Das aparências além
É preciso mais que eu mesma
É preciso ser “alguém”
Alguém que quase nada sabe
dos meus sós
(Meus sós... tomei emprestado do grande escritor, músico e artista plástico... Marcos Quinan.
Monalisa
Monalisa
No final de cada porta
No longo corredor difuso
Alguma inês é morta
Algum bloco é entrudo
Ha um dia de eclipse
Ha um traço interminado
E uma mulher sorrindo
Sem motivo alcançado
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
Príncipe-rei
Príncipe-rei
Você me trouxe seus brinquedos de menino
E os rastros de sua mãe
Na caixa havia
Um cetro, coroa, capa, o tapete vermelho
todas as coisas em que costumava acreditar
Um dia eu achei bom brincar de obedecer
Mas hoje não mais
E quando me vem com a mesma proposta
E vê que não há mais graça nenhuma nisso
Sai batendo a porta e chamando os guardas
Você me trouxe seus brinquedos de menino
E os rastros de sua mãe
Na caixa havia
Um cetro, coroa, capa, o tapete vermelho
todas as coisas em que costumava acreditar
Um dia eu achei bom brincar de obedecer
Mas hoje não mais
E quando me vem com a mesma proposta
E vê que não há mais graça nenhuma nisso
Sai batendo a porta e chamando os guardas
sábado, 5 de fevereiro de 2011
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